29 de Julho de 2009, um dia normal como qualquer dia desse mês
quando de repente o telefone de casa toca. Era Letícia querendo
falar com Roberto para perguntar se ele gostaria de ir para a
a fazenda e ele responde que sim, até ai tudo bem, ela pede para
sua filha ligar para o pai e perguntar se roberto pode ir ou não.
Decorrido alguns minutos a menina liga para o dito cujo que pelo
telefone faz um suspense até tomar uma decisão: roberto só vai se
Luciana for.
Aí o negócio começa a ficar feio...Porém amanhã eu conto mais um
capitulo dessa história.
sábado 01 agosto 2009 17:26
Lá estava eu esperando por alguma alma de onibus para que assim
fosse de encontro de minha mãe, apos esperar quase uma hora surge o
busu azulão e assim começa nossa jornada como um city tur pela
cidade a come~çar pela universidade do estado que resido, passa-se
pelo departamentos da universidade e até de pontos que eu realmente
nunca imaginei que existia e que lá tinha casas e até conjunto
residencial, recantos da periferia e city tur pelas principais ruas
de um dos bairros pelo qual passei, momento de tiroteioe até
discurssão popular. Até que finalmente "chego no destino final":
porque na verdade acreditei que o busu passasse por determinada
parada, mas na verdade ele não passa, sendo necessário descer
ir caminhando até o encontro de mamae e nesse percurso encontra-se
de tudo desse esgot exposto até camelô correndo de um policial que
foi o mais engraçado posto que o dito cujo fez gato e sapato do
policial para conseguir capturá-lo. Depois disso chego ao encontro
e a vejo com os cabelos quase todos para cair de tão preocupada e
resmungando. Mesmo indo para o almoço não era motivo para parar no
assunto e isso se perpetua durante o dia e só à noite quando a
novela das 6 começa, das 7, das 8 e sono consigo me ver livre
do sermão.
beijos,
Aventureira
quinta 30 julho 2009 01:54
Eu e meus parentes decidimos ir para barra grande ao invés de da
Atalaia pois todo periodo festivo era para lá qie iamos , a lém
disso é um lugar e muito elogiado pelos amigos. Assim começa nossa
lornada de 70 km até o destino final e enqunato não chegava
observava a paisagem que cada espaço me surpreendia mais com lagos,
arvores e animais mas apesar dessa alegria houve confusão porque
Leo levava umka parte da trupe e Jo levava a outra só que acabamos
nos perdendo e cada vez que rodava km mais mato se via e quando não
era mato via-se poados cada um com um nome mais esquisito que o
outro( micheireidas, albrupde, moçorico e etc). Mas depois de tanto
mato e povoavo finalmete nos encontramos ja na entrada de Barra
Grande. Contudo surge outro problema começa a chuver sem
parar ao ponto de ficar tudo nublado ai chegando no bar descobre-se
que não tem carangueijo, então minha tia lembra que um parente seu
possui um bar nesse local e se vai nois através desse bar debaixo
de chuva e caminhando numa areia cheia de pedregulho. Até que
finalmente chega-se no bendito bar e acaba que suege uma nova
surpresa: o carangueijo só vem por encomenda , e nesse caso, não
tinha lá e custava R$ 30,00/ CORDA(UM ABSURDO) então lá se vai
voltando e peguntando se tinha carangueijo e só depois de andar
muito encontramos um bar que tem o dito cujo. Com isso, nus
deliciamos com o prato principal porém a sobremesa não deu porque
não parava de chover e o mar estava looooooooonge, depois de
deliciarmos decide-se voltar para casa e quando estamos indo para o
carro aparece um doido que fica falando com a gente sem ao menos
termos sido apresentado. Liga-se os carros de volta para casa
e assim termina a jornada de hoje. Beijo
segunda 27 julho 2009 16:58